O ataque à Igreja Universal em Angola

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Há mais de um ano, membros e missionários da Igreja Universal em Angola têm sido impedidos de adorar a Deus em suas igrejas.

Tudo começou quando vários pastores (que tiveram comportamentos deploráveis, que iam contra o código de conduta da igreja e o comportamento que um homem de Deus deve ter para ser pastor) foram removidos do corpo de pastores da Igreja Universal.

Esses ex-pastores foram removidos de seus cargos por terem roubado e traído, entre outras coisas. No entanto, eles decidiram levar a questão adiante e formaram uma assembleia denominada “Igreja Reformada”, para assumir a administração da igreja no país através da falsificação de documentos e também afirmando que aquele era um problema do “Brasil contra Angola.” Mesmo com essas atitudes, o governo não os puniu, e isso é uma ofensa grave contra a verdadeira Igreja, que obedeceu todas as leis e orientações que o governo exigiu para que o caso fosse resolvido (sem resultado, porém).

Recentemente, o grupo de dissidentes usou documentos onde afirmavam ser os líderes da igreja para cancelar os vistos missionários de vários pastores brasileiros que tinham o direito de permanecer em Angola por anos.

Os membros fiéis da verdadeira Igreja Universal não aceitam a liderança desses ex-pastores, nem concordam com o surpreendente apoio que eles têm recebido do governo. Por isso, têm protestado pacificamente no decorrer desses meses.

A TV Record de Angola filmou vários momentos do protesto, que ocorria de uma maneira completamente pacífica. Em uma entrevista para o canal, o bispo Alberto Segunda, que foi agredido por um policial, disse que a única coisa que o povo queria era orar na frente da igreja.

“Fui agredido seriamente pela polícia nacional. Tudo o que fizemos foi orar a Deus na frente da igreja para que a justiça fosse feita. Foram cometidos crimes contra nós e até agora esses crimes continuam impunes. Essas pessoas roubaram nossas igrejas e a nossa sede nacional daqui continua fechada. Também somos angolanos e não aceitamos essa situação. Tudo o que queremos é que justiça seja feita. Vamos continuar lutando pela nossa igreja e por nosso direito como cristãos”, conclui ele.

A polícia está prendendo membros e missionários simplesmente por frequentarem a Igreja Universal.

Apesar da falta de atitude das autoridades, os cristãos angolanos continuam orando pela Universal e pelo direito de praticar sua fé.

Aqui no Reino Unido, faremos o possível para ajudar. Vamos orar nesta mesma fé, clamando a Deus, que é o Único que pode trazer uma solução e tocar o coração dos governantes angolanos para que ouçam a nossa causa.

Esta semana, junte-se a nós diariamente, às 10h e 22h, para clamarmos a Deus por nossa vida e também por Angola, na Liberty Radio (libertyradio.co.uk).

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