Atriz Scarlett Johansson afirma que monogamia não é natural

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Atriz Scarlett Johansson afirma que monogamia não é natural

“Eu não acho que seja natural ser uma pessoa monogâmica.”

A opinião é de Scarlett Johansson, uma das atrizes mais admiradas de Hollywood  atualmente, conhecida por papéis como o da Viúva Negra, da franquia “Vingadores”, e Cristina, de “Vicky Cristina Barcelona”.

Scarlett, de 32 anos, é mãe de um filho de 2 anos e meio e acaba de se divorciar do jornalista francês Romain Dauriac. Esse é o segundo divórcio da atriz, que anteriormente foi casada com o ator Ryan Reynolds.

Em entrevista à revista Playboy dos Estados Unidos, publicada em fevereiro último, ela afirmou:

“Eu acho que a ideia de casamento é muito romântica. É uma bela ideia, e a prática disso pode ser uma coisa muito bonita. Eu não acho que seja natural ser uma pessoa monogâmica. Talvez eu seja ‘alfinetada’ por isso, mas eu acho que isso é trabalhoso. É muito trabalhoso. E o fato de isso ser tão trabalhoso para tantas pessoas, para todo mundo, prova que não é uma coisa natural.”

A atriz revela que respeita bastante quem assume esse compromisso, cujo ela mesma já assumiu anteriormente, mas acredita que é contra o instinto humano manter um relacionamento exclusivo com alguém.

“É uma bonita responsabilidade, mas é uma responsabilidade”, afirma ela.

Compromisso

Certamente, o casamento é uma responsabilidade. Entretanto, a Bíblia discorda em relação à impossibilidade de alguém ser monogâmico. De fato, o próprio Senhor Jesus afirmou: Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” Mateus 5.27,28

Deus não daria ao homem um compromisso que este não pudesse cumprir. Ao contrário, quando Ele criou o ser humano, visava exatamente que esse compromisso fosse mantido e, dessa maneira, o homem fortalecesse a mulher e vice-versa.

“Está bem claro na história de como tudo começou que Deus criou o homem e a mulher para servir um ao outro. O homem foi chamado de marido, que quer dizer ‘cuidador’”, afirma o escritor Renato Cardoso. “A mulher, por sua vez, foi chamada por Deus de ‘auxiliadora’ de seu marido.”

Para ele, não há como errar na interpretação. “A ideia de Deus para o casamento foi que o homem servisse a mulher e vice-versa. Uma competição sadia de quem faria mais bem ao outro. Isso é amor de verdade.”

Fazer bem, nesse caso, significa respeitar, cuidar, ser carinhoso, mas não apenas isso. Também significa entregar-se completamente àquele compromisso. O amor verdadeiro impulsiona a dedicação e, para que um casamento seja bem-sucedido, é preciso entender isso.

Não dê espaço para a dúvida

“Muitos têm entrado no casamento pensando em se servir da outra pessoa, não em servi-la”, explica Renato. Com essa visão, sentem-se prejudicados por não poderem atender aos desejos carnais que surgem e, dessa maneira, apenas alimentam mais desejos, enfraquecendo o amor. Na verdade, o casal precisa ter certeza da opção que fez e não permitir que a dúvida tenha espaço. Manter a fidelidade não é uma “punição por ser casado”, mas uma opção de compartilhar a vida com alguém em uma relação especial, em vez de se entregar a falsas alegrias, vazias e passageiras.

Quando aparecer algum vestígio de dúvida sobre manter a fidelidade, lembre-se de que “o amor nasce e sobrevive por nutrição”, conforme ensina Renato. Nutra-o e deixe a promiscuidade morrer.

Para entender mais sobre a importância da fidelidade em um relacionamento, participe da Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, no Centro de Ajuda.

Data: Toda quinta-feira
Horário: Somente no Teatro Rainbow, às 20h

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