A sinceridade do homem

de uma forma digna, enfrentar a situação,

 

Fotolia_101987449_Subscription_XL.300x200Sabe aquela ideia de “seu passado lhe condena”? Depende! Realmente pode haver transtorno se você fez algo não recomendável. No entanto, quando o cara assume seus erros, se redime e não se esconde atrás de mentiras, pode muito bem sair ganhando. Grandes homens já cometeram desatinos, mas souberam consertá-los de uma forma digna e continuaram a ser admirados e seguidos justamente por essa hombridade. Conosco não é diferente. Cabe a nós tentarmos dar a volta por cima como cavalheiros. Aqueles que acreditarem em nós só têm a ganhar; os que não quiserem… Bem, problema deles. Cada um faz a sua parte.

O que não pode acontecer é empacarmos no erro, escondendo-o e enterrando-o sem que seja resolvido, pois isso afeta nossa trajetória de vida e não nos deixa crescer como homens. Um erro mal consertado ou deixado de lado é como se houvesse uma âncora, um peso atado a nós, que retarda ou até impede o avanço. É o passado mal resolvido trazendo seu principal efeito.

Pense bem: um passado mal resolvido só pode resultar num homem mal resolvido. Daí a importância de não querer tapar o sol com a peneira e se abrir com aqueles que são importantes para você, sem esconder erros ou pôr a culpa por eles sabe-se lá em quem ou no quê. Vale abrir o jogo para a namorada, a noiva, a esposa e os parentes mais chegados. E vale também para os colegas e amigos. E ainda para seu público, se você for um cara famoso.

Um cara que “esconde esqueletos no armário” (não ao pé da letra, espero!) tem a vida paralisada. Aquele espinho fustiga sua carne toda vez que a lembrança vem e tira o foco de seus pensamentos e ações. A mancha está lá para ser vista em sua linha do tempo a qualquer momento – nem que seja só por você mesmo, o que já é um problemão. Pode até ser que ela não se apague, mas se tudo que vier depois for positivo, ela não fará diferença para aqueles que creem que você é um cara honrado que não apelou para a covardia de não enfrentar a situação. Lembra-se do rei Davi? Falamos aqui uma vez de como ele fez isso e tornou-se mais herói do que já era.

Varrer a sujeira para debaixo do tapete pode até parecer um alívio, mas… E o medão de alguém levantá-
lo e descobrir a imundície? Uma mulher que lhe ame, por exemplo, pode se decepcionar se descobrir algo de seu passado que não é exatamente apreciável? Pode e muito. No entanto, caso você se abra e mostre que aquilo foi compensado de alguma forma (dependendo do erro, claro) e que enfrentou as consequências como homem – e não como um moleque que nega seus erros –, ela perceberá mais firmeza naquele que quer a seu lado para o resto da vida para ser marido, pai, profissional, líder espiritual ou qualquer outra função importante.

Hombridade. Viu essa palavra lá no começo do texto? Olhe como alguns dicionários on-line a definem: “de aparência viril; másculo. Que age ou se comporta de maneira íntegra; possui dignidade, honradez. Que demonstra coragem; destemido: ultrapassou as dificuldades com hombridade.” Isso de falar de significado em dicionário para usar num texto pode até ser um senhor clichê, mas casou muito bem com o que dissemos aqui.

Se há âncoras ou qualquer outro peso impedindo seu avanço, é hora de todos verem como você se livra disso – dignamente, claro – e segue um caminho decente.

Coragem

Assumir um erro do passado e consertá-lo é uma atitude de um cara corajoso, de um homem. Pode parecer difícil fazer isso, mas para tanto existe uma coisa chamada ousadia. Às vezes, nosso erro pode até ser não enfrentar algo ruim que nem fomos nós que fizemos ou de não defender uma causa que valha a pena. É disso que fala o Desafio #9 do Intellimen, clicando aqui.

Hoje em dia o respeito é fundamental para que haja um bom relacionamento interpessoal. Se você é homem e  deseja mudar suas atitudes, a hora é agora. Participe do projeto Intellimen e aprenda como ser um homem melhor. Para mais informações sobre o grupo clique aqui.

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