O Jejum de Zacarias

Jejum de Zacarias

 

A maioria de nós já caiu nisso em algum momento — uma pequena reclamação aqui, outra ali. Pode parecer algo inofensivo, até justificável. No entanto, murmurar é muito mais do que simplesmente “desabafar”. Quando se torna frequente, transforma-se em um hábito destrutivo que afeta não apenas a nós mesmos, mas também o ambiente ao nosso redor, a nossa mentalidade e até a nossa fé.

Reclamar constantemente não resolve nada. Na verdade, quando não há atitude por trás das palavras, isso apenas espalha desânimo, enfraquece a fé e lança negatividade sobre situações que poderiam ser transformadas. Quem murmura raramente guarda isso para si; procura uma audiência. Quer validação e alguém que concorde com sua insatisfação. Vemos isso todos os dias — no trabalho, em casa e nas redes sociais.

É exatamente por isso que, de 12 a 18 de fevereiro, acontecerá o Jejum de Zacarias, com reuniões especiais em todas as Igrejas Universal em todo o Reino Unido.

O que é o Jejum de Zacarias?

Diferente de muitos outros jejuns, este não envolve abster-se de refeições. Em vez disso, é um jejum de palavras negativas.

Durante sete dias, os participantes tomam a decisão consciente de não murmurar, não reclamar, não criticar, nem falar negativamente sobre si mesmos ou sobre os outros. Isso exige atenção, domínio próprio e convida à mudança.

Sempre que surgir a vontade de reclamar, o desafio é substituir essas palavras por fé, gratidão e encorajamento. A base desse propósito está em uma verdade bíblica: as palavras carregam poder espiritual e produzem consequências na vida de quem as pronuncia.

A inspiração para esse propósito vem da história de Zacarias, pai de João Batista (Lucas 1:5–22). Embora fosse um sacerdote justo e fiel, ele duvidou da mensagem do anjo Gabriel de que ele e sua esposa teriam um filho na velhice. Como resultado, ficou sem poder falar até que a promessa se cumprisse.

O silêncio dele não foi um castigo, mas uma proteção. Ele não pôde usar palavras de dúvida para interferir naquilo que Deus já havia determinado. A lição é profundamente atual: às vezes, a maior barreira entre uma promessa e o seu cumprimento é a nossa própria maneira de falar.

Quantas vezes falamos palavras de dúvida sobre aquilo pelo qual estamos orando?

A Bíblia é muito clara sobre o uso das nossas palavras. Em Tiago 3:10 está escrito:
“Da mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto seja assim.”

Em Provérbios 13:3, lemos:
“O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios se destrói.”

A boca foi criada para abençoar, não para amaldiçoar. Portanto, quando surgir a vontade de reclamar, a orientação é simples: fale com Deus, não com as pessoas. Em vez de espalhar negatividade, transforme isso em oração.

É por isso que o Jejum de Zacarias é tão prático. Ele nos treina a tomar consciência do que estamos dizendo e das razões por trás disso.

Não se trata apenas das palavras que falamos, mas também do que permitimos ouvir.

A Bíblia nos encoraja a ouvir aquilo que edifica, fortalece a fé e inspira esperança. A exposição constante à negatividade afeta nosso pensamento e, consequentemente, nossas decisões.

Durante esses sete dias, os participantes são incentivados a se afastar de fofocas, evitar conversas cheias de reclamações e escolher focar em palavras que trazem vida.

Quando decidimos ouvir a verdade, crescemos. Quando escolhemos falar palavras de fé, encontramos força. E quando permitimos que a Palavra de Deus guie nossos pensamentos, nossas atitudes e ações começam a mudar.

Por que não separar esses sete dias e experimentar isso por si mesmo? Participe do Jejum de Zacarias, de 12 a 18 de fevereiro, na Igreja Universal mais próxima de você.

Evento: O Jejum de Zacarias
Período: Quinta-feira, 12 de fevereiro – Quarta-feira, 18 de fevereiro
Local: Na Igreja Universal mais próxima de você

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