“Lutei contra meu ódio para viver em paz com a minha família”

Centro de ajuda, em minha vida, Mais de uma vez,

Richard-GEmbora Richard tivesse uma personalidade forte, ele tinha vários problemas internos que às vezes saíam do controle, fazendo com que ele descontasse em sua família. Continue lendo para descobrir o que aconteceu.

“Fui apresentado ao álcool cedo, e logo comecei a fumar. As coisas começaram a sair do controle. Como eu nunca conheci meu pai, sempre que algo ruim acontecia, eu atribuía aquilo ao fato de ele não estar presente em minha vida para me guiar.

Chegou um ponto em que eu estava vivendo com os meus avós, e nutria um profundo ódio por minha mãe. Meu comportamento era intolerável, por isso eu estava sempre indo e vindo da casa dos meus avós para a casa da minha mãe. Eu era expulso de uma casa e corria para a outra. A primeira vez que chamei a minha mãe de ‘mãe’ foi em outubro de 2011. Por dentro, eu era muito inseguro e nervoso. Não conseguia controlar meu temperamento.

Mais de uma vez, cheguei a agredir minha mãe, meus avós e meus primos. Meu ponto mais baixo foi quando eu voltei da escola, sem saber que meu professor tinha chamado minha mãe para informá-la sobre meu comportamento. Assim que entrei em casa, minha família toda se reuniu para me criticar. Eu não aguentava mais! Descobri o Centro de Ajuda pela primeira vez através do VYG (Grupo Jovem).

No início, eu estava com um pé dentro e um pé fora. Percebia que o grupo ajudava as pessoas, mas eu era teimoso. Não queria aceitar ajuda. No entanto, cheguei a um nível de angústia tão grande que resolvi me agarrar ao VYG. Eu precisava tentar, para saber se aquele lugar realmente poderia me ajudar. Resolvi fazer tudo o que estivesse ao meu alcance para resgatar meu relacionamento com a minha mãe e me livrar dos meus problemas. Não foi fácil, mas quanto mais eu frequentava as reuniões, mais calmo ficava. Hoje, minha mãe e eu somos melhores amigos.

Nós sorrimos juntos, vamos ao Centro de Ajuda juntos. O relacionamento da minha família tornou-se harmonioso. Hoje eu sou livre da raiva que costumava me dominar.”

Richard Greaves

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